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Avaliação da pós-graduação brasileira

 

Segundo o relatório trienal da Capes, a pós-graduação no Brasil avançou. Qualidade evoluiu entre 2007 e 2010


A avaliação da pós-graduação stricto sensu feita pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), divulgada nesta terça-feira (14/09/10, mostra que a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado melhorou nos últimos três anos. Além disso, o número de periódicos publicados cresceu, bem como a quantidade de alunos titulados. Cresceu 20,8% o número de cursos de mestrados e doutorados avaliados no Brasil. A avaliação é realizada a cada três anos, com atribuição de notas.

Neste ano, 877 consultores avaliaram 2.718 programas, que correspondem a 4.099 cursos, dos quais 2.436 são mestrados acadêmicos, 1.420 doutorados e 243 mestrados profissionais. Em 2007, foram avaliados 2.256 programas, 3.394 cursos: 2.061 mestrados acadêmicos, 1.177 doutorados e 156 mestrados profissionais.

A região Norte aparece com maior crescimento de cursos avaliados em relação ao ano de 2007, com 35,3%. Em seguida, as regiões Nordeste, 31,3%; Centro-Oeste, 29,8%; Sul, 24,2% e, por último, a região Sudeste com 14,9%.

O Sudeste ainda é a região com maior número de cursos, 2.190, representando 53,4% do total de cursos. O Sul representa 19,8%, com 810 cursos; Nordeste, 16,4%, 672; Centro-Oeste, 6,6%, 270 e a região Norte com 157 cursos, 3,8%.

Notas

Os programas recebem notas na seguinte escala: 1 e 2 que descredenciam o programa; 3 que significa desempenho regular, atendendo ao padrão mínimo de qualidade; 4 que é considerado um programa com bom desempenho; e 5 que é a nota atribuída ao programa que atinge muito bom nível. As notas 6 e 7 indicam desempenho equivalente ao alto padrão internacional. A avaliação leva em conta o corpo docente, a proposta pedagógica e a produção científica.

Do total de programas avaliados no Brasil, 2,7% obtiveram notas 1 ou 2; 32% nota 3; 33,6% nota 4; 20,6% nota 5; 6,8% nota 6 e 4,1% nota 7. Isso significa dizer que um em cada dez cursos de pós-graduação do país tem padrão de excelência internacional.
Os 4.099 cursos avaliados compõem 2.718 programas de pós-graduação (presença dos cursos de mestrado e doutorado e, eventualmente também o mestrado profissional, num programa com a mesma denominação numa mesma instituição).

Na avaliação deste ano, 112 programas receberam nota 7 e 186, nota 6. O Sudeste é a região com maior número de programas com notas 7 e 6, 95 e 139, respectivamente. Em seguida o Sul, com 15 notas 7 e 31 programas notas 6. A maior concentração de notas 7 e 6 nas regiões com maior tradição acadêmica, Sudeste e Sul, se dá pelo amadurecimento dos programas. As regiões N e NE, que tiveram o maior aumento de programas nos últimos três anos, ainda estão no processo natural de consolidação.

Na comparação de notas da Avaliação Trienal 2010 com as notas anteriores, 71% dos cursos mantiveram suas notas; 19% aumentaram; e 10% tiveram notas reduzidas.

O Ministério da Educação, por meio do Conselho Nacional de Educação, reconhece os resultados da Avaliação Trienal da Capes. É importante ressaltar que os cursos que não possuem a recomendação da Capes, não são autorizados pelo MEC e, por este motivo, não podem conceder certificados válidos de mestre e doutor.

Os resultados da avaliação fornecerão subsídios para a definição de planos e programas governamentais de desenvolvimento e investimentos no Sistema Nacional de Pós-Graduação.

“Há 40 anos, havia perspectiva de desenvolvimento da pós-graduação no Brasil diferente da que existe hoje. O país já ganhou respeito no exterior na área da produção científica”, afirmou o presidente da Capes, Jorge Guimarães. “O Brasil está em 13º lugar no ranking da produção científica mundial. A expectativa é alcançar a 9ª ou a 10ª posição nos próximos anos.”

O número de cursos de mestrado e doutorado avaliados cresceu 20,8% em relação a 2007. Este ano, foram avaliados 2.718 programas, que correspondem a 4.099 cursos de mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado. O maior crescimento de cursos avaliados foi verificado na região Norte (35,3%). O Nordeste vem logo em seguida (31,3%).

Na visão de Guimarães, a avaliação da Capes ajuda as instituições a melhorar a qualidade dos cursos que oferecem e dá aval a ações de outras agências de fomento à pesquisa.

Veja o Relatório dos resultados.


E o documento com as notas dos programas por instituição (Pela UFMG).


(Por: Assessoria de Comunicação Social da Capes)

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